segunda-feira, 23 de maio de 2011

Doutora Stefanie, sim senhora!

Podem me dar os parabéns: há mais uma doutora na família! A sessão de defesa ocorreu na sexta-feira, dia 20 de maio, e eu sobrevivi!

Minha tese trata de formação de professores, parte da ideia da necessidade de transformação na educação para que se tenha transformação na sociedade. assim, estuda os alunos dos cursos de formação de professores para tentar identificar se há neles sinais de que eles estão sendo formados para agir no sentido desta transformação. Infelizmente, parece que não; parece que sairão das universidades para a manutenção do fracasso educacional brasileiro que aí está. Minha tese serve para gritar aos cursos de licenciatura, aos seus professores e aos seus alunos para que façam alguma coisa para reverter este quadro. Tomara! Não sei se me ouvirão... mas continuarei gritando...


O cenário da defesa com meu orientador de Pensacola por videoconferência


Minha orientadora, Maria Isabel da Cunha, de vermelho, e Eliane, Mari e Valeska, também membros da banca.


A família também estava lá! Obrigada especial à Vicky, à Suzi e ao meu pai pelo apoio nesta hora tão importante.


Em todo caso, se aprendi sobre educação, mapas conceituais e representações sociais; como doutora não aprendi a tratar as dores do corpo, mas sou a mesma mãe, irmã, filha, amiga, prima, sobrinha... pronta para compartilhar a vida, nas horas boas e nas nem tão boas também...

quarta-feira, 18 de maio de 2011

É sexta!



Agente costuma falar que tem um elevador interno que soooooooobe e deeeeeeeeeeeeesce o dia inteiro. Os americanos falam em borboletas na barriga. Isto para referir à sensação de estar prestes a passar por um momento muuuuuuuuito importante na vida da gente.



Às vezes sinto como se as borboletas tivessem entrado no elevador e estivissem brincando de apertar os botões e aí a coisa pega...



Em todo caso, optei por ir descansada, não ficar fazendo leituras de última hora, apenas preparar uma boa apresentação e estar com a cabeça fresca - na medida do impossível, para o chumbo grosso: 4 horas de sabatina. (acaba de acontecer mais uma vez, elas entraram no elevador....)






Em todo caso, no sábado, acordarei sem saber bem o que fazer com o tempo livre...






Sei que, como minha tia Chica, e meu pai, tenho um toque leve de hiperatividade, além disto, tem os três filhos, o marido, o sofá furado, a cortina estragada, o closet bagunçado e os 270 alunos... certamente não terei problemas em achar o que fazer, em ter que lidar com o ócio, etc.






Por enquanto, obrigada pela força de todos. Podem enviar bons fluidos na sexta, vou precisar.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Ainda não, mas quase...

Bueno, estivemos fora do ar por motivos técnicos...

A tese quase me consumiu, quase me enlouqueceu, mas parece que sobrevivi... agora só falta a defesa, depois: férias!!!!! Para acabeça, pelo menos. Aí a geladeira voltará a estar sempre bem suprida, os cachorros irão ao veterinário, a lista de material da escola não faltará mais nada, etc. Será tempo de não fazer nada, pelo menos, de não fazer nada sem a culpa de dever estar fazendo algo, uma tese, por exemplo.



Mas enquanto este dia não chega...



É preciso registrar o aumento da família Merker




Este é meu mais novo afilhado!!! Babem, ele é um amorzinho mesmo!





sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

A temporada vai chegando ao fim e há promessas a cumprir... desta vez foi Marina Park!

Para este programa, duas condições: comportamento merecedor e disposição em investir metade da garopa que ganharam de natal da Oma. A creditem, a mais difícil foi a segunda. Quando o assunto é dinheiro próprio, parecem sobrinhos legítimos do Tio Patinhas.



O dia estava inegavemente perfeito. Chegamos às 10h e nos divertimos muito até mais de 5h. No começo, eles olhavam aqueles toboáguas e eu dizia "nem pensar!" Mas aí, de pouquinho em pouquinho fui achando menos perigoso, menos alto demais, e log até eu estava lá emcima, descendo com eles de uma bóia enorme e ansiosa pelo "splaaaaaaaaaash" final.

Valeu o passeio, as crinaças voltaram mais pobres, mas muito torradinhas, muito felizes e, é claro, exaustas.

No video, o Léo descendo o toboágua do pirata, mas a Isa e a Belzinha também encararam.


video

domingo, 16 de janeiro de 2011

ironia do destino... do Tuco

Quando apresentamos outro dia os habitantes da casa, esquecemos de nosso cão de guarda, o Tuco. Tuco está conosco há três anos. Dito maltês com poodle foi adotado mais por
sua semelhança com nossa querida e falecida Quisca. Quisca era autenticamente de rua. Tuco tinha, pela suposta cruza, pretensão de madame, mas é ainda muito mais de rua do que sua sósia.
Desde que chegou lá em casa, como quem queria provar sua verdadeira origem, fugiu. Colocamos cartazes, prometemos recompensas e o cusquinho apareceu pelas mãos de uma meninha que, como nós, julgou-o perdido.
Veio o segundo dia, e o terceiro, que vexame: o cachorrinho de madame gostava mesmo era de rua. Tormou-se freguês do lixo da vizinhança. Sua viralatice extrema foi coroada ao ser visto no cruzamento da esquina, desta vez, comnedo um galinha de despacho.
Assim, vem causando inveja nos demais cães da casa, os quais não conseguem, como ele, passar pela grade e até driblar a cerca colocada em vão depois da primeira fuga.
Passa o dia na rua, entra para comer dentro de casa qualquer coisa que o Kako deixa cair sem querer querendo. À noite, acha um canto na casa (sim, dentro da casa) e dorme tranquilo no quantinho do lar. Aos demais, nem a liberdade das ruas, nem o quentinho do lar; só o pátio, mais nada.
Como se não bastasse, como que por deboche, passa várias horas do dia sentado do lado de fora da grade na calçada. Patas cruzadas, olha para um lado, para o outro, apreciando o movimento - e a cara de inveja dos encarcerados companheiros.
A liberdade tem seus riscos, sabemos. O Tuco anda pela rua, atravessa avenidas, provoca a tranquilidade de transeuntes muitas vezes nem tão da paz assim. Aceitamos o jeito e as vontades do Tuco, mas sempre comentamos "um dia este cusco vai ser atropelado".
Esta semana, aconteceu.Não na esquina movimentada, nem na avenida perigosa. Tuco foi atropelado em casa, dentro do pátio.Rolou embaixo do carro que entrava na garagem. Saiu de lá em choque. Corremos para o veterinário, estava a salvo, nenhuma fratura.
Um milagre... o foi aquela galinha do despacho... ficou de corpo fechado.

Esta semana recebeu a visita da Brownie, direto de Floripa.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Trabalho infantil?


A Bel arrumando sua cômoda? O Kako e a Isa dobrando roupas para organizar o armário dos meninos? O Kako e Bel fazendo até serviço de pintura? O Léo varrendo a cozinha apesar da dor de ouvido? O que estará acontecendo? Será a confluência astral de 2011?
Ou será algum segredinho da tia Vevi?


Sim, pode ser. Pode ser a tabela de controle de comportamento. O uso da tela (leia-se computador, videogame, TV e até celular) é determinado por estrelas conquistadas. Para conquistar estrelas contam questões como obedecer de imediato, cuidar de seu quarto sem precisar pedir, atitude de paz em geral. A quantidade de tempo conquistado nas telas irá depender do brilho da estrela conquistada. Já briga, reclamação, desobediência, palavrão, mau-humor, bagunçar e não arrumar, sujar e não limpar, toalha molhada na cama e falta de banho ou escovação dentária geram cocozinhos. Cocôs implicam em gancho da piscina, ficar sem tela ou ainda trabalho doméstico mais ou menos prazeroso de acordo com quão fétido for o cocô.

Várias crianças ganhando várias estrelas pode levar a premiações ainda maiores como uma ida ao parque Tupã.
As crianças quiseram fazer as tabelas para os adultos, mas a casa julgou impróprio. Em todo caso, fizeram uma mesmo assim e colocaram um cocozão para a vó Marli que não para de falar a palavra com "M" e ainda por cima botou o gelo de groselha que eles fizeram na cerveja que serviu para ela e para a tia Tânia.
Ps: Em tempo vale salientar que embora os professores da casa sejam defensores da aprendizagem significativa e, portanto contra propostas behavioristas de controle de comportamento relacionadas a aprendizagem, concordam com Skinner quando o assunto for estritamente comportamental, nestes casos nada funciona melhor que punição ou recompensa. Experimente.

Quem está na casa...

Vicky: a adolescente incompreendida, ora pacientemente ri e brinca com os pequenos, ora se transforma na pólvora da discórdia. Linda, doce e muito, muito franca.



Vevi: adminstradora da casa, das brigas e das vontades de todos, tenta terminar uma tese de doutorado

Marli: também conhecida como Marli Bueno, sentada, de preferência na rede, narra e prevê os acontecimentos, especialmente os que envolvem o pequeno Kako. Administradora aposentada da casa, passou a faixa para sua filha mais nova. Simpática com toque leve de perua, conquistou o direito de rede, sombra e água fresca depois de criar quatro, fazer carreira profissional brilhante e manter um casamento de já 46 anos.



Kako: o encrenqueiro cebolinha. Tem 5, mas acredita piamente ter pelo menos 10.



Isa: uma quase pré-adolescente. O coração é doce e grande, mas o pavio...



Leonardo: o hipo. Uma dor aqui outra ali, principalmente na hora de botar a mão na massa. Ainda assim, divertido e criativo.
Belucha: a mimosa zen, a fala mansa e as covinhas vão longe... um pouco bagunceirazinha.